Política
Aro atribui escassez de mão de obra em Minas ao volume histórico de investimentos privados
Aro atribui escassez de mão de obra em Minas ao volume histórico de investimentos privados
24 de janeiro de 2026 | 17h06
O secretário de Estado de Governo, Marcelo Aro, afirmou que a atual escassez de mão de obra em algumas regiões de Minas Gerais é consequência direta do forte ciclo de investimentos privados atraídos pelo estado nos últimos anos. A declaração foi feita durante apresentação de dados na Associação Comercial, Industrial e de Serviços de Uberaba (Aciu).
Segundo Aro, desde o início da gestão do governador Romeu Zema (Novo), Minas Gerais já contabiliza aproximadamente R$ 600 bilhões em investimentos privados, resultado de uma política focada em ambiente de negócios, segurança jurídica e atração de empresas.
De acordo com o secretário, esse volume expressivo de aportes gerou impacto imediato no mercado de trabalho. “Criamos cerca de um milhão de novos postos de trabalho, vagas que simplesmente não existiam. Esse crescimento acelerado acabou pressionando o mercado, especialmente em regiões como o Triângulo Mineiro, onde hoje já se percebe dificuldade para preencher algumas funções”, destacou.
Qualificação como resposta ao desafio
Para Marcelo Aro, o gargalo não está na falta de oportunidades, mas na necessidade de ampliar a qualificação profissional. Ele citou o programa Trilhas do Futuro como principal ferramenta do governo para enfrentar o problema.
“Para resolver essa situação, precisamos investir cada vez mais em qualificação. O Trilhas do Futuro é essencial nesse processo, porque conecta formação técnica com as demandas reais do mercado”, afirmou.
Somente em Uberaba, segundo dados apresentados pelo secretário, o programa já formou 2.961 profissionais técnicos, capacitados de forma gratuita em áreas estratégicas para a economia regional.
Programa alinhado ao mercado
O Trilhas do Futuro é uma iniciativa do Governo de Minas voltada à formação técnica gratuita, com foco em empregabilidade e alinhamento direto às necessidades das empresas instaladas no estado. A proposta é reduzir o descompasso entre a velocidade dos investimentos e a disponibilidade de profissionais qualificados.
A avaliação do governo é que o desafio da mão de obra é, paradoxalmente, um reflexo positivo do atual momento econômico de Minas Gerais. Para a gestão estadual, o foco agora está em acelerar a formação profissional para sustentar o crescimento e evitar que a falta de trabalhadores se torne um entrave ao desenvolvimento regional.
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